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Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026

Deloitte e FEBRABAN apresentam a versão completa da 34ª edição, com análises aprofundadas e dados exclusivos sobre a evolução tecnológica do setor bancário

Levantamento reúne os principais indicadores sobre tendências, investimentos e volumetria dos processos bancários, oferecendo uma visão consolidada da evolução tecnológica e do comportamento digital no setor

Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026

Acesse a segunda etapa do relatório, em versão completa

Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026

Acesse a primeira etapa do relatório, em versão executiva

Ano após ano, os investimentos da indústria bancária em tecnologia reforçam seu papel como alavanca estratégica para crescimento, diferenciação competitiva, eficiência operacional e novas formas de relacionamento com os clientes. Nos últimos cinco anos, o orçamento destinado à tecnologia cresceu 58%, refletindo um movimento contínuo de modernização. Para 2026, a expectativa é de novo avanço de 8%, totalizando R$ 50,4 bilhões. Nesse contexto, temas como cibersegurança, cloud, inteligência artificial e inteligência artificial generativa consolidam-se como prioridades estratégicas, sustentando ganhos de eficiência, resiliência e escalabilidade.

Além dos investimentos em tecnologia, observa-se um avanço relevante na agenda de capacitação e atração de talentos, com a intensificação dos investimentos em treinamento especializado, reforçando o papel das pessoas como habilitadoras da evolução tecnológica.

O avanço também se reflete no relacionamento com os clientes. Das 240,8 bilhões de transações realizadas em 2025, 83% ocorreram em canais digitais e 78% foram feitas por meio do mobile banking, confirmando o celular como principal ambiente de interação entre clientes e instituições financeiras.

Nesta 34ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, Deloitte e FEBRABAN apresentam a versão completa do estudo, com análises sobre como os bancos têm avançado além da adoção de novas soluções tecnológicas e direcionado seus esforços para transformá-las em geração de valor para clientes, colaboradores e negócios.

Principais insights

O orçamento de tecnologia da indústria bancária deve alcançar R$ 50,4 bilhões em 2026, acumulando crescimento de 58% em cinco anos. Esse avanço consolida a TI como área central da estratégia dos bancos, que sustenta eficiência, inovação, segurança e resiliência. Cibersegurança, cloud, IA e GenAI figuram entre as principais prioridades da agenda tecnológica. Neste contexto, IA e GenAI destacam-se pelas relevantes oportunidades de captura de valor. Aplicações em backoffice, desenvolvimento de software e prevenção a fraudes já apresentam avanços relevantes com essa nova tecnologia, enquanto iniciativas voltadas ao atendimento e à experiência do cliente ainda estão em estágio inicial.

Experiência do cliente e segurança são apontadas por 80% das instituições como os principais vetores de diferenciação competitiva, evidenciando que o fortalecimento do relacionamento com os clientes está cada vez mais associado à capacidade de oferecer experiências convenientes, personalizadas e seguras ao longo de toda a jornada.

Os R$ 29,4 milhões previstos para disseminação de conhecimentos em IA e GenAI, representando um crescimento de 31% em relação ao orçamento anterior, aliados à ampliação das equipes especializadas em dados, governança, infraestrutura e cibersegurança, refletem uma estratégia voltada ao desenvolvimento das competências necessárias para sustentar o atual ritmo de evolução do setor bancário.

Entre as 240,8 bilhões de transações realizadas em 2025, 83% ocorreram em canais digitais e 78% via mobile banking, evidenciando a consolidação do celular como principal ambiente de relacionamento entre clientes e instituições financeiras. No mobile banking, 92% das transações são realizadas por pessoas físicas e, agora, o movimento também se expande para o corporativo: 63% das transações de pessoas jurídicas já são realizadas via celular, demonstrando a força do canal mobile também neste segmento.

A digitalização das jornadas financeiras se reflete no comportamento dos clientes: 110,2 milhões de pessoas já realizam mais de 80% de suas transações em canais digitais. O resultado indica que o crescimento desses canais passa a ser impulsionado não apenas pela ampliação da base de usuários, mas também pelo aumento da frequência e da intensidade de uso. Paralelamente, o internet banking registra redução na base de clientes ativos, ainda que com leve aumento no engajamento dos usuários remanescentes, reforçando a migração gradual das interações para o ambiente móvel.

Com 28% dos usuários já classificados como heavy users, o Pix amplia sua presença na rotina financeira dos clientes e consolida sua utilização recorrente. A expansão contínua entre os meios de pagamento e a incorporação de novas funcionalidades ampliam seu potencial para concentrar jornadas financeiras e criar oportunidades de relacionamento, monetização e diferenciação.

Em trajetória consistente de expansão no Brasil, o Open Finance registra crescimento da base de clientes participantes e avanço dos consentimentos ativos. O principal valor gerado pelo ecossistema está associado ao uso dos dados para geração de experiências mais contextualizadas, integradas e aderentes às necessidades dos clientes. Os agregadores financeiros, que atingiram 2,15 milhões de usuários no último ano, ilustram esse movimento ao converter informações compartilhadas em uma visão integrada e contextualizada da vida financeira, tornando os benefícios do Open Finance mais tangíveis para os usuários.

O bancassurance, cada vez mais, se torna parte integrante da jornada financeira dos clientes. O aumento das cotações e o uso mais estratégico de dados e personalização indicam uma crescente incorporação dos seguros às experiências digitais, reforçando seu papel como importante instrumento para ampliar o engajamento e aprofundar o relacionamento com os clientes.

Sobre a pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026

 

A coleta de dados da primeira fase ocorreu entre dezembro de 2025 e março de 2026, por meio de formulários eletrônicos e entrevistas em profundidade com lideranças de tecnologia. Participaram 25 bancos, representando cerca de 85% dos ativos da indústria bancária brasileira,além de 53 executivos entrevistados.

Na segunda fase, realizada entre janeiro e abril de 2026, 23 bancos participaram do levantamento quantitativo, correspondendo a aproximadamente 82% dos ativos do setor.

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