Levantamento reúne os principais indicadores sobre tendências, investimentos e volumetria dos processos bancários, oferecendo uma visão consolidada da evolução tecnológica e do comportamento digital no setor
Acesse a segunda etapa do relatório, em versão completa
Acesse a primeira etapa do relatório, em versão executiva
Ano após ano, os investimentos da indústria bancária em tecnologia reforçam seu papel como alavanca estratégica para crescimento, diferenciação competitiva, eficiência operacional e novas formas de relacionamento com os clientes. Nos últimos cinco anos, o orçamento destinado à tecnologia cresceu 58%, refletindo um movimento contínuo de modernização. Para 2026, a expectativa é de novo avanço de 8%, totalizando R$ 50,4 bilhões. Nesse contexto, temas como cibersegurança, cloud, inteligência artificial e inteligência artificial generativa consolidam-se como prioridades estratégicas, sustentando ganhos de eficiência, resiliência e escalabilidade.
Além dos investimentos em tecnologia, observa-se um avanço relevante na agenda de capacitação e atração de talentos, com a intensificação dos investimentos em treinamento especializado, reforçando o papel das pessoas como habilitadoras da evolução tecnológica.
O avanço também se reflete no relacionamento com os clientes. Das 240,8 bilhões de transações realizadas em 2025, 83% ocorreram em canais digitais e 78% foram feitas por meio do mobile banking, confirmando o celular como principal ambiente de interação entre clientes e instituições financeiras.
Nesta 34ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, Deloitte e FEBRABAN apresentam a versão completa do estudo, com análises sobre como os bancos têm avançado além da adoção de novas soluções tecnológicas e direcionado seus esforços para transformá-las em geração de valor para clientes, colaboradores e negócios.
A coleta de dados da primeira fase ocorreu entre dezembro de 2025 e março de 2026, por meio de formulários eletrônicos e entrevistas em profundidade com lideranças de tecnologia. Participaram 25 bancos, representando cerca de 85% dos ativos da indústria bancária brasileira,além de 53 executivos entrevistados.
Na segunda fase, realizada entre janeiro e abril de 2026, 23 bancos participaram do levantamento quantitativo, correspondendo a aproximadamente 82% dos ativos do setor.